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Qui, 14 de Dezembro de 2017


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O BISPO DA ALEGRIA

Eliseu BispoDom Eliseu Maria Coroli, Bispo Barnabita, intrépido e incansável arauto do Evangelho, refulge na glória de Deus  e deixa um exemplo luminoso de missionário no caminho de São Paulo, o Apóstolo das Gentes, no qual se inspirou o mesmo fundador da Congregação dos Clérigos Regulares de São Paulo, Santo Antônio Maria Zaccaria.  Andar e levar a todo mundo a alegria e a esperança que estão em nós! É lícito crer que este foi o programa vivido por Dom Eliseu: basta olhar a sua vida e as obras fundadas por ele.
 Ao comemorar a figura e as obras de Dom Eliseu, entrando no céu, em julho de 1982, foi escrito que “era um santo” e  era chamado o Bispo da alegria. O rosto se iluminava durante a oração, confirmando a fidelidade ao seu escudo episcopal: Filhinhos, paz e alegria. Esta espiritualidade da alegria Dom Eliseu adquiriu na escola do Evangelho e de Santa Teresinha do Menino Jesus, a celeste padroeira das Missões.
Papa Paulo VI O Pontífice Paulo VI, quando recebeu Dom Eliseu em audiência privada, na ocasião da visita” Ad Limina”  dos Bispos brasileiros,  ficou fortemente impressionado  com os felizes resultados de uma sua iniciativa intitulada “Apostolado da Alegria”, iniciada na Amazônia brasileira.
 Com esta forte e constante carga espiritual, Dom Eliseu, homem místico, mas também de ação, criou obras de apostolado e de misericórdia em prol das almas  e da promoção humana.
 A grande fé que animou este santo sacerdote lhepermitiu, apesar das inúmeras dificuldades  nas zonas que operou, e dos modestos meios materiais de que dispôs,   levar o Evangelho em território vastíssimo,  criar associações, grupos de apostolado, celebrações em toda parte, como ele mesmo escreveu, muitas vezes, à sua Congregação.  A idéia de ter Irmãs colaboradoras, após ter se tornado vigário da Paróquia de São Miguel do Guamá, concretizou-se com sua nomeação como Bispo Prelado do Guamá. Após esta nomeação, voltando da Itália, trouxe consigo algumas Irmãs generosas da  Congregação das Preciosinas de Monza. Prosseguiu  naquela incansável ação de anunciador do Evangelho, ajudado pelas Irmãs.
Com suas obras se poderia compilar uma antologia fascinante, edificante, uma moderna epopéia missionária.
 Com seu desaparecimento a Congregação dos barnabitas perdeu um co-irmão zelosíssimo  e santo. Muitas de suas cartas são assinadas: “o barnabita feliz”.
Também a Igreja do Pará e do Brasil perdeu um Pastor de almas, que amou ternamente esta terra. Mas, quantos conheceram este homem de Deus vivem a certeza de ter conquistado um novo padroeiro no céu.